Grupo de Teatro C.E. São José e o Circo: uma nova e importante parceria.

4 de março de 2010

Este ano o Grupo de Teatro São José foi contemplado com a valiosa parceria do professor Junior, cuja a atividade de educação física foi ampliada com os estudos das técnicas circenses há um tempo.

Com a experiência adquirida, sentiu a necessidade de dividi-la conosco. Necessidade essa que o torna um ser humano de primeira linha pelo fato de acreditar que os conhecimentos assimilados devem ser passados adiante e não retidos de forma individualista.

A iniciativa vem ao encontro de uma carência que permeia, de maneira cronica , a profissão do ator, que usa o corpo como ferramenta primordial para o exercício de atuar (a expressão “exercício “ pode ser entendida tanto de forma metafórica como física).

Não há como ignorar a expectativa que nos acompanha,diante da possibilidade que se apresenta e que nos auxiliará de forma técnica e artística.

O interesse em se investir no grupo vem do trabalho sério, transparente e objetivo, que são a base da nossa existência.

O Grupo recebe o devido reconhecimento a cada ano participando de eventos internos que contribuem, de certa maneira, para a efetivação de idéias.

O elenco de 2010 mudou mas a essência é a mesma, ou seja, trabalhar o humano, as idéias,as emoções, os pensamentos, e as palavras.

Que o nosso mais novo parceiro seja bem vindo ao grupo e que possamos aproveitar muito mais o processo do que os resultados que nada mais são que conseqüências do trabalho continuo.

Grupo de Teatro C. E. São José.

Prof. Eduardo Costa

“Professora Fernanda Lopes trabalha com teatro de corpo, alma e coração e com alegria à parabenizamos por suas conquistas e prêmios nessa arte milenar!”

24 de novembro de 2009

DESTAQUE JUNDIAIENSE

1/8/2009

Fernanda Lopes. Atriz de corpo, alma e coração

MARCELO LANGUE

Aos 23 anos, a atriz jundiaiense Fernanda Lopes de Oliveira traz em seu currículo a atuação em diversificados espetáculos

Em menos de um ano, a atriz jundiaiense Fernanda Lopes de Oliveira, 23 anos, conquistou três significativos prêmios para a sua carreira: um como atriz principal e dois como coadjuvante. O primeiro foi conferido pela Faculdade Paulista de Artes, em agosto de 2008, por sua interpretação como protagonista de “Yerma” (de Federico García Lorca). Já o segundo prêmio veio em maio de 2009, pela atuação na peça “Santo Milagroso”, no município de Tupã (SP), com a Cia. Na Corda Bamba. O terceiro foi ganho em junho deste ano, durante o “Festival de Teatro Amador” (Festar) de Bernadino de Campos (SP), também por sua performance em “Santo Milagroso”.

Mas a paixão de Fernanda pelo mundo artístico vai muito além da atuação. Ela integra três grupos teatrais de São Paulo (Os Pupilos da Tia, Cia. de Teatro Artesanal e Cia. Na Corda Bamba de Teatro), e ainda trabalha como produtora, sonoplasta, iluminadora e diretora no Teatro Maria Della Costa da Sociedade Lítero-Dramática ´Gastão Tojeiro´, também na capital Paulista.. “Comecei a fazer teatro em Jundiaí aos 13 anos, através da Casa da Cultura. Cheguei a representar mais de dez peças como integrante da Associação Cultural ReligArte, onde permaneci por cinco anos. Depois, iniciei o curso na faculdade de Artes Cênicas em São Paulo, e acabei me mudando para lá”, recorda a jovem, que uma vez por semana vem à cidade.

Ao longo dos anos, a jundiaiense estrelou espetáculos com direção assinada por grandes nomes da dramaturgia nacional, como a peça “Arena Conta Zumbi”, de Giafrancesco Guarnieri e Augusto Boal. “Fiz mais de oito peças para a Faculdade Paulista de Artes e já tive a oportunidade de trabalhar como atriz sob a direção do Fernando Neves, que realiza uma pesquisa sobre circo-teatro. Tenho no meu currículo artístico mais de 20 espetáculos teatrais, além de participações no quadro de ´pegadinhas´ no programa do Silvio Santos, exibido pelo SBT”, complementa. Para compartilhar o conhecimento que adquiriu no decorrer destes 13 anos em que atua como atriz, Fernanda ministra aulas de teatro em Jundiaí e em São Paulo.

Personagens – Entre tantos personagens que já interpretou, a atriz garante ter gostado de todos. “Na verdade, sou apaixonada pelo ato de representar. Adoro aprender e conquistar cada um deles. Não há como citar os que eu gostei mais ou menos. Faço tudo, nem que seja apenas uma leitura – sempre com muito carinho e dedicação. Eu me entrego por inteiro!”

Para a atriz, independente da peça, levar o público ao teatro é um dos maiores desafios e amseios do meio artístico. “Infelizmente, temos que lutar muito para lotar as apresentações de uma temporada. Existe, é claro, alguns trabalhos ruins no mercado, que além de denegrir a imagem dos bons espetáculos, faz com que e o público, gradativamente, deixe de ir ao teatro, optando pela programação dos canais pagos da televisão. Isso acontece tanto no Brasil como no exterior. Por isso, assim como a maior parcela dos atores, desejo, acima de tudo, que o espetáculo em que atuo atraia o maior número de espectadores possíveis!, opina Fernanda.

Por isso, obter o reconhecimento público e ser capaz de sobreviver apenas com a atuação são os dois maiores sonhos da jovem atriz. “Quero, e sei que vou conseguir, ganhar dinheiro com a minha arte. Por enquanto, isto ainda é muito difícil, já que na maior parte das vezes, os atores são obrigados a tirar dinheiro do próprio bolso para se manter nos palcos. Os patrocínios só surgem para quem está em evidência na mídia. Por isso, os grupos que estão no início têm que investir muito”, lamenta.

RENATA REITER

Esta notícia foi atualizada em 31/7/2009 às 19:59

Comer bem, fazer exercícios… é o melhor para ser um adulto saudável!!!

24 de novembro de 2009

Texto da Professora Claudia Cintra – 1a. anos B e D

Comer bem, fazer exercícios… é o melhor para ser um adulto saudável!!!

Durante este bimestre, os alunos dos primeiros anos tiveram em seu conteúdo o tema “esportes”. Dentro deste tema tão amplo, as crianças puderam aprender de maneira prazerosa e divertida descobertas e curiosidades sobre as “Copas do Mundo” e “Jogos Olímpicos”.

Este tema não foi abordado somente pelas professoras titulares da sala que o trabalharam de maneira interdisciplinar, tiveram auxílio do professor de educação física, que como um profissional da área de esportes, contribuiu em suas aulas com a parte teórica, técnica e prática, como falar de maneira lúdica das regras de alguns jogos, (principalmente do futebol área de grande interesse das crianças), times de futebol, a importância de se exercitar, treinamento, biótipo e alimentação dos atletas.

Quando o assunto foi alimentação, logo entrou em cena nossa nutricionista, ela apresentou as crianças à importância da combinação de uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos para uma melhor disposição diária e principalmente que esses bons hábitos possam refletir de maneira positiva na vida adulta. Depois montamos juntos uma pirâmide alimentar que hoje está em nossas salas para nos auxiliar no que for necessário, principalmente no que se diz respeito à alimentação…

Ufa!! Depois de tanto conhecimento e tanta mudança de hábito, acredito que as crianças não cantarão mais esta canção “Comer, comer…comer, comer…é o melhor para poder crescer!

E sim: Comer bem, fazer exercícios… é o melhor para ser um adulto saudável!!!

DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO

28 de abril de 2009

DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO

A lei e sua aplicação na escola

Dulcilei da Conceição Lima

Na Educação os Direitos Humanos são contemplados nos PCN´S como TEMAS TRANSVERSAIS desde 1996. Embora esteja em pauta há mais de uma década, o assunto ainda gera dúvidas em sua aplicação, no próprio entendimento do que abordam e em que disciplinas tratá-los.

Os PCN´S definem os seguintes assuntos como temas transversais: Ética, Orientação Sexual, Meio Ambiente, Saúde, Pluralidade Cultural e Trabalho e Consumo. Foram inspirados na Declaração Universal dos Direitos Humanos assinada em 1948, após os crimes contra a humanidade ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial. Tais direitos correspondem às necessidades vitais dos seres humanos.

Uma das maiores dificuldades na aplicação dos Direitos Humanos consiste na própria desumanização do humano, ou seja, o não reconhecimento da humanidade do outro. Algo muito mais comum do que se imagina. O Brasil foi colonizado a partir de um processo de desumanização ideológica, que equiparava a animais, os indígenas e os africanos, através da institucionalização da escravidão.

É comum surgirem discussões polêmicas em torno da aplicação dos Direitos Humanos àqueles que cometeram crimes. Muitas vezes a mídia acusa irresponsavelmente os defensores dos direitos humanos de defensores de bandidos, quando na verdade o que esses grupos fazem é lutar contra o processo de desumanização e a favor da aplicação desses direitos para todas as pessoas humanas sem exceção. Aqueles que cometem crimes devem ser punidos pelo sistema de justiça do país, mas não se pode tirar deles sua humanidade. É necessário ter a consciência de que tal exceção, permitiria que muitos outros grupos fossem incluídos na categoria de não-humanos, o que certamente legalizaria atos bárbaros como escravização, genocídio e tentativas de extinção de populações.

A Educação é um dos direitos fundamentais da declaração, pois acredita-se que é o mecanismo mais eficaz para fortalecer o respeito aos Direitos Humanos e às liberdades fundamentais, através da compreensão, tolerância e amizade entre os povos.

Sendo assim, uma educação para os Direitos Humanos deve privilegiar a formação do cidadão crítico, portanto o próprio texto da declaração precisa ser visto com critério, pois reflete um momento histórico específico (pós-guerra) e uma concepção de mundo forjada pelas nações ocidentais. Acima de tudo, uma educação para os direitos humanos deve humanizar, sensibilizar os educandos para a compreensão e respeito às diferenças. Deve-se privilegiar o trabalho interdisciplinar e no centro das discussões devem estar as populações marginalizadas ou mais prejudicadas no acesso aos seus direitos fundamentais.

BIBLIOGRAFIA

  • ALENCAR, Chico. Direitos mais humanos. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
  • ALVES, José Augusto Lindgren. Os direitos humanos na pós-modernidade. São Paulo: Perspectiva, 2005.
  • BOBBIO, Noberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
  • DALLARI, Dalmo de Abre. Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna, 2004.
  • FREIRE, Silene de Moraes (org.). Direitos humanos: Violência e pobreza na América Latina contemporânea. Rio de Janeiro: Letra e Imagem, 2007.
  • OCCHIUZE, Heloísa, PATARRA, Judith e COHEN, Paula (org.). Direitos humanos no Brasil: conferências para educadores. São Paulo: MPA, 1986.

STEIN, Leila de Menezes. Cidadania e Educação: leituras em Direitos Humanos. Araraquara: UNESP/FCL, 1999.