1
vê a escola como aliada e não como oponente;
2
na maioria absoluta das vezes é favorável às
decisões que a escola toma e apoia , porque sabe que a
elegeu com cuidado para educar seu filho, após amplo estudo
e avaliação quanto à sua competência/
em suma, não critica sem ouvir a escola antes;
3
não tem pena dos filhos quando eles têm tarefas,
pesquisas ou estudos para fazer; sabe que estudar, assim como
trabalhar, só faz bem a criança e jovens;
4
supervisiona o trabalho e o estudo do filho, mas não faz
as tarefas por ele, apenas orienta e explica o que lhe pergunta
ou não entendeu; olha sempre a caderneta escolar ou a agenda,
para estar a par, diariamente, das comunicações
que a escola manda;
5
sabe diferenciar com clareza situações em que os
resultados positivos na escola são fruto de esforço
ou quando os negativos se relacionam à falta de dedicação
dos filhos; dessa forma, não culpa o colégio nem
ameaça trocar o filho de escola, quando sabe que, na verdade,
ele não estudou nem se dedicou como deveria;
6
incentiva os filhos com palavras e gestos de afeto, estímulo
e compreensão, mesmo quando não tiram notas excelentes,
pois percebe exatamente quando deram o máximo de si e quando
não cumpriram a parte que lhes cabe; assim, não
exige mais do que eles podem dar nem menos do que a capacidade
deles permite;
7
providencia o necessário (professor-explicador, dá
ele próprio orientação, chama um parente
para ajudar, etc.) para que os filhos superem dificuldades que
eventualmente surgem na vida dos estudantes, encarando-as com
naturalidade, sem, no entanto, desistir, estigmatizar os filhos
ou culpar de imediato os professores e a escola;
8 não facilita
nem permite faltas, atrasos ou “enforcamento” de aulas
ou dias letivos sem motivo absolutamente justo (casos de doença
por exemplo);
9 segue e faz os filhos
seguirem o regulamento da escola, nunca estimulando ou desejando
regras especiais para o seu filho, que reconhece como igual às
demais crianças, com direitos e deveres; enfim, jamais
dá a entender que pode, de alguma forma, ‘pressionar”
a escola para que ela mude seus pressupostos e aja de acordo com
o que considera ser de seu interesse pessoal;
10 não
pressiona nem ameaça a escola ou determinado professor
quando alguma coisa inesperada ocorre (conceitos insuficientes,
sanções, etc.), porém averigua a situação
real, sempre partindo do pressuposto de que os filhos estão
em fase de formação e que uma boa escola é
a melhor aliada da família na formação de
cidadãos honestos, produtivos e bem-sucedidos